Certificação Educador Maker



Descolando a observação do final pro início do texto, caso você não conheça muito sobre o uso do termo Maker no contexto da educação, clique aqui neste link que traz um material bem objetivo e claro sobre o assunto. Vai, inclusive, te ajudar a atender este post . 

Eu vibro com cada nova oportunidade profissional que aparece. Sou o tipo de profissional que garimpa formações e eventos facilmente convertíveis em suporte prático ao meu trabalho em sala de aula e na formação de professores – área a que venho me dedicando há uns 2 anos, mas pouco tenho dividido aqui nos canais do projeto. Fica aí a promessa de escrever sobre essa outra vertente do meu trabalho.

Mas indo direto ao ponto, outro dia, passeando por postagens na minha timeline, me deparei com um post do Espaço Maker da Casa Thomas Jefferson divulgando chamada para uma certificação desenvolvida pela equipe multidisciplinar deles e com a chancela da Embaixada Americana no Brasil e do Departamento de Estado Americano. É claro que eu me inscrevi no processo e orgulhosamente fui selecionado para o grupo de 40 profissionais que passarão por 3 etapas até, enfim, conquistar a certificação.

Na primeira etapa realizamos uma formação EAD dentro do Grupo de Aprendizagem do Facebook. Se não conhece ainda, conheça, vale à pena. O material preparado pela equipe CTJ para essa etapa EAD foi muito relevante e agregador, ótima primeira impressão do processo que estava começando.

Na segunda etapa nos reunimos em Brasília no último dia 27 de abril para uma imersão que durou o dia inteiro. Se a formação EAD já foi maravilhosa e elucidativa, a imersão foi incrível. Conhecer makers de todos os cantos do país, interagir sob a mediação da equipe do Espaço Maker CTJ e ter acesso a todos os recursos daquele lugar foram uma injeção de ânimo e novas possibilidades. No vídeo abaixo é possível sentir um pouquinho do que foi esse dia.

De volta pra casa, embarcamos então na terceira e última etapa da Certificação Educador  Maker, desenhar uma trilha de aprendizagem e aplicá-la em nosso contexto de trabalho, no meu caso, com meus alunos na Escola Municipal José Carlos Pimenta.

Acompanhem nossas redes sociais que certamente os desdobramentos disso serão compartilhados por lá. Por hora, a excitação típica de alunos envolvidos no clima maker, toma conta de mim. Esse clima, além de extremamente propício ao aprendizado e construção de conhecimento, é também uma fonte farta de inspiração para o trabalho que desempenhamos. Sigamos!